PVC On line 9 e 10

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Informativo do Instituto do PVC para a Imprensa 

PVC On line - ano 1, n.° 10, 26-10-98

PVC On line - ano 1, n.° 9, 15-10-98

Outras edições em 1998

Outros anos


PVC On line - ano 1, n.° 10, 26-10-98 

Espanha defende o uso do PVC em embalagens

A Comissão de Experts designada pelo Ministério do Meio Ambiente de Madrid (Espanha) investigou a fundo as acusações sobre o uso do PVC em embalagens. Para isso, realizou um estudo técnico sobre PVC como material de envase de alimentos e bebidas, dentro da determinação do Projeto de Lei de Envases e Resíduos de Envases. Segundo o Ministério, não havia embasamento científico nem qualquer outra razão que levasse a discriminar o uso do PVC. A posição oficial é que “não parece prudente alarmar os consumidores nem a opinião pública”. 

O resultado do estudo confirmou a defesa do uso do PVC. A Comissão de Experts, formada por entidades idôneas como a Confederación de Organizaciones para la Defensa Ambiental, Ministerio de Sanidad y Consumo e o Greenpeace, entre outras, chegou às seguintes conclusões: 

com relação à produção do PVC, são seguidas as diretrizes das melhores tecnologias disponíveis, assegurando que este processo é compatível com a proteção ao meio ambiente e à saúde;
especificamente em envases, os parâmetros analisados em garrafas de PVC que contêm água mineral cumprem com o estabelecido na legislação vigente. No segmento de alimentos, as garrafas de PVC, por sua alta impermeabilidade ao ar, mantêm melhor as características dos óleos comestíveis do que outros polímeros. Sobre o uso do filme de PVC (flexível) na proteção dos alimentos no microondas, foi dito que ele não está destinado a ser utilizado nessas condições; 
quanto à reciclagem, foi evidenciado que o PVC é um material termoplástico facilmente reciclável mecanicamente e com grande variedade de aplicações. Segundo os experts, a reciclagem mecânica do PVC não apresenta problema diferente à de qualquer outro material termoplástico, nem para a saúde humana nem para o meio ambiente;
outro mito relacionado ao PVC também foi desvendado. A Comissão afirma que o processo de incineração não contribui para o aparecimento de dioxinas, ao contrário, alcança taxas de destruição em torno de 99%, mediante a tecnologia de incineração e tratamento de efluentes gasosos empregados. “Os resíduos de envase de PVC não representam nenhuma problemática”;
por fim, considerando o ciclo de vida do PVC, o grupo espanhol revelou que não há razões técnicas para dar ao PVC um tratamento discriminatório com respeito a outros materiais de envase.

Comissão de Experts designada pelo Ministério do Meio Ambiente da Espanha: Comisiones Obreras; Confederación Española de Empresarios de Plásticos; Confederación de Organizaciones para la Defensa Ambiental; Confederación Española de Organizaciones Empresariales; Greenpeace-España; Instituto de Ciencia y Tecnología de Polímeros e Instituto de Nutrición y Bromatologia del Consejo Superior de Investigaciones Científicas; Instituto de Salud Carlos III; Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación; Ministerio de Industria y Energía; Ministerio de Sanidad y Consumo; Unión de Consumidores de España; Unión General de Trabajadores.

Outubro de 1998
Informações técnicas:
Miguel Bahiense Neto

Instituto do PVC, fone: (
11) 5506-5211


PVC On line - ano 1, n.° 9, 15-10-98

Brinquedo de PVC tem segurança aprovada por Instituto holandês

O Grupo de Consenso Holandês – constituído de diferentes organizações dos setores envolvidos na produção, comercialização e consumo de brinquedos infantis de PVC, vigilância sanitária e toxicológica e proteção ao meio ambiente – acaba de divulgar estudo encomendado pela Comunidade Européia, por meio de seu Comitê Científico para Toxicidade, Ecotoxicidade e Meio Ambiente (CSTEE), que confirma a segurança do uso dos ftalatos em brinquedos. O objetivo do estudo foi avaliar, de forma sistemática, se ftalatos liberados por brinquedos infantis feitos com PVC e freqüentemente levados à boca por crianças atingiriam doses tóxicas. Os resultados demonstram que, para crianças com mais de 12 meses, não foi registrado nenhum caso acima do nível tolerável, garantindo-se assim a total segurança dos brinquedos de PVC. A migração destes ftalatos em testes com crianças com menos de 12 meses ficou abaixo do nível de ingestão tolerável em 99% dos casos, embora haja possibilidade estatística de que, em raros casos, este valor possa ficar acima do limite estabelecido. Mas essa probalidade é tão pequena que não pode ser estimada. 

Segundo os testes, realizados pelo Instituto de Saúde Pública e Meio Ambiente da Holanda, os ftalatos, aditivo utilizado para tornar o PVC flexível, podem ser usados com segurança dentro dos limites de migração especificados. “Os resultados dos testes em adultos voluntários e de um estudo comportamental em crianças pequenas mostram que a exposição de ftalatos por mastigação de brinquedos é muito inferior ao que supunha o Comitê”, afirma David Cadogan, diretor do Conselho Europeu para Plastificantes e Intermediários. 

Este estudo pode fornecer a base para uma metodologia de testes harmonizada por toda a Europa. “O método proposto pelo Grupo garantirá que os níveis de migração possam ser apropriadamente medidos. Por isso, insistiremos para que a Comissão Européia o adote o mais breve possível”, diz Maurits Bruggink, secretário geral das Indústrias de Brinquedos da Europa.  

Brinquedo seguro é brinquedo dentro de norma

As ações em prol da segurança dos brinquedos está movimentando a cadeia produtiva do PVC no Brasil. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos – Abrinq, por meio do Instituto da Qualidade do Brinquedo – IQB, e o Instituto do PVC, com apoio dos seus sócios Solvay do Brasil e OPP/Trikem, criaram o Comitê do Brinquedo Seguro. Ele está acompanhando o cumprimento do Termo de Compromisso assinado entre estas entidades no dia 1º/6/98, que tem por objetivo oferecer ao consumidor um produto cada vez mais seguro, fabricado rigorosamente dentro da Norma Brasileira NBR 11786, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. O primeiro passo do comitê foi elaborar um folheto orientador para os fabricantes de brinquedos brasileiros com algumas “dicas”, instruindo-os sobre o que deve ser feito para o cumprimento da Norma.

Outubro de 1998
Informações técnicas:
Miguel Bahiense Neto

Instituto do PVC, fone: (
11) 5506-5211


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