PVC On line 7 e 8

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 Informativo do Instituto do PVC para a Imprensa 

PVC On line - ano 1, n.° 8, 10-09-98

PVC On line - ano 1, n.° 7, 03-09-98

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PVC On line - ano 1, n.° 8, 10-09-98

Versatilidade do PVC ajuda a vencer a seca no Nordeste

A prospeção e o uso de águas subterrâneas para o consumo cotidiano leva vida ao Nordeste brasileiro e,
às outras regiões do País, dispensa o impacto ambiental causado pela construção das barragens,
além de gerar economia evitando longas extensões de tubulação.

Tudo isso está sendo mostrado no 10º Congresso de Águas Subterrâneas, no Hotel Meliá, até o próximo dia 11, por meio de seminários e uma exposição de empresas de sistemas para o setor. Só este ano, o segmento de revestimentos de PVC para poços, tubos e filtros para águas bombeadas desde o lençol freático, cresceu 100%. Além da seca no Nordeste, a indústria informa que há demanda reprimida e a expansão é natural. Explica-se: 97% da água doce líquida do planeta é subterrânea e apenas 3% é superficial. 

Pioneira no mercado, a Fortilit produz a linha de revestimentos, tubos e filtros de PVC para poços, desde 1986. Quando ainda se denominava Tupy, a Fortilit descobriu o nicho a partir dos pedidos de clientes que substituíam os tubos de metal pelos de plástico. Hoje, o mercado brasileiro conta com 5 fabricantes da linha de produtos em PVC, com as opções Standard, Leve e Reforçada, diâmetros variáveis de 50 milímetros a 300 mm e várias espessuras – características que atendem a diversos tipos de terreno e profundidade da perfuração. 

A Fortilit, que transforma 3.600 t/ano de PVC só nesta linha, padronizada pelas normas da ABNT e atóxica, de acordo com laudos do Instituo Falcão Bauer – assim como as outras indústrias – , em outubro expandirá a produção para 4.800 t/ano. A Corr Plastik, neste mercado há 5 anos, produz 3.600 t/ano e vai aumentar a capacidade para 5.400 t/ano a partir de janeiro de 1999. Já a Tigre, que imprime as primeiras pegadas neste mercado, este mês começa com capacidade de transformação de 4.200 a 4.800 t/ano para produtos que já sairão da fábrica de Camaçari, na Bahia, com a certificação ISO 9002. Do total da produção dessas empresas, todas sócias do Instituto do PVC, mais de 50% atende ao mercado do Nordeste e o restante é distribuído no Brasil e na América Latina.  

Setembro de 1998
Informações técnicas:
Miguel Bahiense Neto

Instituto do PVC, fone: (
11) 5506-5211


PVC On line - ano 1, n.° 7, 03-09-98

Valorização de produto nacional

Resistente às intempéries, leve, fácil de ser cortado e, o mais importante, dispensa pintura manual. Com essas características, os laminados rígidos de PVC expandido invadiram paisagens públicas e locais privados, ora como letreiros e fachadas, “front-lights” e “back-lights” no lugar dos “outdoors”, ora como placas de sinalização e painéis em interiores. Esse mercado, que cresce a passos largos, só no ano passado teve um incremento de 150%. A tecnologia é importada, mas as placas de PVC, até então compradas no exterior, estão sendo substituídas por material produzido no Brasil. 

A Sansuy e a Tigre são algumas das empresas que estão investindo nesse segmento que promete crescer ainda mais. A Tigre, por exemplo, transforma 60 toneladas de PVC, por mês, em chapas rígidas, expandidas e lençóis ou mantas. Desse total, em torno de 1.200 placas de PVC expandido são destinadas ao segmento de comunicação visual. Já a Sansuy, transforma de 200 a 250 toneladas de PVC em matérias-primas para a comunicação visual. A empresa detém em torno de 50% do mercado brasileiro de lonas para propaganda e 60% de laminado de PVC para auto-adesivos  - estes com demanda aquecida neste ano, por causa das eleições.   

Carbonato de cálcio dá mais segurança ao PVC

Com experiência de mais de 50 anos, a Quimbarra – Química Industrial Barra do Piraí S/A tem investido para que a versatilidade e a segurança do PVC cresçam cada vez mais. Produtora de carbonato de cálcio, produto atóxico, a Quimbarra gera produtos com mais tecnologia agregada e investe muito em Pesquisa e Desenvolvimento. Do outro lado, ganha o PVC, do qual o carbonato é coadjuvante.

O carbonato de cálcio proporciona aos produtos de PVC rigidez, maior durabilidade, resistência ao impacto e à tração, além de facilitar o processo de extrusão. Cerca de 40% da sua venda vai para o mercado de plásticos e, desses 40%, 90% vão para a produção de PVC. O produto entra na composição de perfis, tubos para água e pisos, revestimentos, fios e cabos elétricos. Acompanhando o crescimento do mercado de PVC, a produção de carbonato de cálcio da Quimbarra passou de 60 mil t/ano, em 1992, para 500 mil t/ano, em 1998, sendo que seu plano de expansão, até 2005, é chegar a 1 milhão de t/ano.  

Setembro de 1998
Informações técnicas:
Miguel Bahiense Neto

Instituto do PVC, fone: (
11) 5506-5211


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