PVC On line 5 e 6

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Informativo do Instituto do PVC para a Imprensa 

PVC On line - ano 1, n.° 6, 27-07-98

PVC On line - ano 1, n.° 5, 02-06-98

Outras edições em 1998

Outros anos


PVC On line - ano 1, n.° 6, 27-07-98

Reciclagem ganha força com projetos independentes

“Seu lixo vale ouro”. Foi com essa campanha que o condomínio Riviera de São Lourenço,no Litoral Norte paulista, começou a despertar a consciência ecológica nos freqüentadores do local para a coleta seletiva, em 1993. Nota 10 para o projeto, que tem iniciativa da construtora Sobloco e parceria do Instituto do PVC. Prédio a prédio, a ação vem mobilizando um número crescente de pessoas. Hoje, cerca de três mil, entre os que vivem e trabalham no condomínio, participam da ação, que também seduz os visitantes da alta temporada a valorizarem a reciclagem do lixo. 

A coleta é feita de porta em porta nos mais de dois mil domicílios existentes no condomínio. São coletados vários tipos de materiais: papel, alumínio, sucata ferrosa, vidro e plástico. O volume de lixo coletado é crescente. A média mensal passou de 679kg, em 93, para 17.480kg, em 97, num total de 465.124kg de lixo coletado em cinco anos. Somando os valores do primeiro 1º trimestre deste ano, 24.620kg, o volume total chega a quase 500 toneladas. Para a coordenadora do projeto, Georgeta de Oliveira Gonçalves, a média de 98 ficará acima do patamar de 97, confirmando o sucesso da ação.

Em fevereiro deste ano, o Instituto do PVC firmou uma parceria com a Sobloco para criar um programa piloto de compra de materiais. Agora, a comercialização do plástico PVC é feita diretamente com o reciclador, sem intermediários. O Instituto também está dando apoio técnico ao programa, na identificação do que é PVC, no processo de separação do plástico e na sua reciclagem. A parceria ajudou o programa a dar um salto de qualidade e a melhorar o preço de venda da sucata de PVC no mercado. O PVC reciclado é reutilizado em pisos, solados, botas,  mangueiras, produtos de utilidade doméstica, eletrodutos, entre outras aplicações.  

Janelas de PVC: um negócio lucrativo e charmoso

Elas ganham fama e glamour em cenários como a residência do escritor Paulo Coelho e no filme Asas do Desejo, do cineasta alemão Wim Wenders. Mas a indústria nacional aposta no sucesso também nas casas populares. As características de isolamento térmico e  acústico, imunidade ao cupim e à ferrugem, além de dispensar repintutra, são grandes vantagens das janelas de PVC, que a partir de outubro contará com a entrada da Tubos e Conexões Tigre nesse nicho de mercado. A empresa vai utilizar 2,5 mil t/ano de PVC para fabricar milhares de perfis. Atualmente, 500 t/ano de PVC são transformadas em janelas, cuja liderança de mercado é da Multiplast. Com mercado já garantido no Rio Grande do Sul, onde está instalado o pioneiro Irmãos Petroll, São Paulo, Santa catarina, Goiás e Mato Grosso, as janelas de PVC estão prestes a conquistar o Mercosul e países sul-americanos. Charme é o que não falta! 

Julho de 1998
Informações técnicas:
Miguel Bahiense Neto

Instituto do PVC, fone: (
11) 5506-5211


PVC On line - ano 1, n.° 5, 02-06-98

Convênio garante brinquedos cada vez mais seguros

Com o objetivo de oferecer ao consumidor um produto cada vez mais seguro e, ao mesmo tempo, estimular o aprimoramento da qualidade, buscando um padrão internacional para o brinquedo nacional confeccionado com o plástico PVC, a Abrinq - Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos e o Instituto do PVC - representante nacional da cadeia produtiva do PVC, com interveniência dos seus sócios OPP/Trikem e Solvay do Brasil, assinaram um Termo de Compromisso que implica em vantagens para os fabricantes de brinquedos de PVC certificados de acordo com a regulamentação do Inmetro. 

O acordo entre as duas entidades, firmado em 1º de junho, em solenidade realizada na Fiesp, e divulgado durante a 15º Abrin – Feira Internacional de Brinquedos, em São Paulo, reforça o poder de fiscalização dos órgãos responsáveis pelo atendimento da norma e garante a produção de brinquedos cada vez mais seguros. 

A Norma Brasileira NBR nº 11786, que fixa as condições exigíveis à segurança do brinquedo fabricado e comercializado no País e refere-se a possíveis riscos que não podem ser identificados prontamente pelo público, mas que podem surgir durante o uso normal destes brinquedos ou em conseqüência de abuso razoavelmente previsível, é a que deve ser seguida pelos fabricantes de brinquedos. 

Entre as cláusulas estabelecidas no convênio, estão a garantia de acesso a informações estratégicas internacionais, promoção de intercâmbio com produtores mundiais de brinquedos, desenvolvimentos tecnológicos gerados pela OPP/Trikem e Solvay do Brasil, assim como utilização de seus laboratórios de assistência técnica, e prioridade no suprimento da resina de PVC. O alinhamento com os princípios do programa internacional da Abiquim “Atuação Responsável”, referentes ao impacto do uso e manuseio dos produtos nas áreas de saúde, segurança e meio ambiente, também está contemplado no acordo.

O Ministro da Indústria, Comércio e Turismo, José Botafogo Gonçalves, presente à solenidade da Fiesp, reconheceu e valorizou o esforço do setor em crescer de acordo com os melhores padrões internacionais, gerando emprego e renda. A valorização do produto nacional, uma bandeira levantada pelo presidente da Abrinq, resultou em ações efetivas dos fabricantes brasileiros de brinquedos. De julho/96 até hoje, mais 5 mil trabalhadores foram admitidos e foram investidos R$ 227 milhões em qualidade e produtividade. Cerca de 100 mil novos brinquedos, com custos reduzidos em torno de 20%, foram colocados no mercado, popularizando o brinquedo no País para uma média de 7 milhões de crianças que até então não tinham acesso a essa fantasia.

No Brasil, a média é de 6,3 brinquedos criança/ano, mas a Abrinq quer alcançar a meta dos Estados Unidos, com 23 brinquedos criança/ano. Hoje, existem 36 milhões de crianças com brinquedo no País e 23 milhões sem possibilidade de concretizar esse sonho. Por isso, os fabricantes querem expandir a produção e as vendas de brinquedos nacionais. Eles já comemoram, junto com o Instituto Falcão Bauer, Inmetro e IQB – Instituto da Qualidade do Brinquedo a marca de 600 milhões de brinquedos produzidos de acordo com a norma da ABNT. O estímulo serviu para um recorde de produção física de 202 milhões de brinquedos este ano, a maior dos últimos 50 anos.

O ex-ministro e atual Dep. Federal, Francisco Oswaldo Neves Dornelles, também prestigiou o evento e falou que a decisão do governo, em 96, de salvaguardar a indústria nacional, foi não apenas um instrumento para abertura do setor, mas uma medida de proteção que, somada ao esforço de crescimento da indústria de brinquedos, resultou em produtos com mais qualidade e em melhores condições de competitividade no mercado internacional.

Junho de 1998
Informações técnicas:
Miguel Bahiense Neto

Instituto do PVC, fone: (
11) 5506-5211


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