
Informativo do Instituto do PVC para a Imprensa
PVC On line - ano 2, n.° 18, 17-12-99 Greenpeace é condenado por propaganda enganosa A organização ambientalista Greenpeace foi condenada pela Agência Britânica de Publicidade (Advertising Standards Authority - ASA) a retirar os outdoors que espalhou na Grã-Bretanha em campanha publicitária de ataque ao PVC. O pivô da condenação foi a propaganda do cartão de crédito do Co-Operative Bank, feito com plástico de amido de milho, divulgada na Europa em abril de 1997 e introduzida no Brasil no mês seguinte. Representados pela Federação Britânica dos Produtores de Materiais Plásticos (British Plastics Federation - BPF) e pela Associação Britânica dos Produtores de Filmes Industriais e para Embalagens (Packing and Industrial Film Association - PIFA), os empresários moveram e ganharam ação contra os ambientalistas com base em opiniões emitidas pela Agência Ambiental e a de Proteção Ambiental e do Ministério da Agricultura, Fauna e Pesca (MAFF), ambas dos Estados Unidos, alegando que a publicidade do Greenpeace havia denegrido o PVC para promover o outro produto. Para o presidente do Instituto do PVC, Francisco de Assis Esmeraldo, o Greenpeace presta desserviços à população, fazendo propaganda enganosa e não agindo com base em seriedade e correção, não adotando postura ética e não sendo democrática, ao contrário das entidades que defendem o PVC, que sempre estiveram abertas ao diálogo. Comunidade científica e
acadêmica representada no Haroldo Mattos de Lemos, presidente do Comitê Brasileiro do Programa da Nações Unidas para o Meio Ambiente, coordenador do Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental CB 38 da ABNT, professor de Engenharia Ambiental da UFRJ e Secretário de Meio Ambiente do Ministério do Meio Ambiente entre abril de 94 a março de 99, foi eleito para o Conselho de Administração do Instituto do PVC na Assembléia Geral Ordinária realizada em 8 de outubro passado, representando a comunidade científica e acadêmica. Dezembro de 1999 PVC On line - ano 2, n.° 17, 08-10-99 China estimula o uso de janelas de PVC O governo chinês está promovendo ativamente o uso de janelas de PVC no país, onde a utilização de janelas de ferro está proibido, bem como as de madeira. A restrição limita-se às edificações que necessitam de autorização do governo para a sua construção, como os prédios de três ou mais andares, padrão que corresponde a 80% das construções na China. As janelas de madeira importada somente são permitidas para residências de alto nível e o uso das de alumínio está sendo fortemente controlado a fim de se evitar produtos de má qualidade. Mediante decreto lei, o governo pretende que 20% do total das novas residências a serem construídas este ano utilizem janelas de PVC. O objetivo para o próximo ano é de 30%. Em 1998, apenas 5% do total de novas residências utilizaram janelas de PVC. Das 24 milhões de toneladas de resina de PVC consumidas mundialmente em 1998, onde cerca de 65% vai para a construção civil, 2,3 milhões de toneladas foram na China. Os EUA foram responsáveis pelo consumo de 6 milhões de toneladas, enquanto a Europa ficou com 5,5 milhões de toneladas e a América do Sul, com 1,3 milhão de toneladas. O Brasil consumiu 704 mil toneladas de resina de PVC, exportando 56,4 mil toneladas. A China importa atualmente cerca de 27% de seu consumo e a estimativa para os próximos três anos é de que ocorra um aumento de 10%, passando para um consumo de 3,1 milhões de toneladas em 2001. Outubro de 1999 |