
Informativo do Instituto do PVC para a Imprensa
PVC On line - ano 2, n.° 12, 12-04-99 Brasilplast'99 reafirma crescente procura por PVC A Brasilplast99 serviu para reforçar as previsões otimistas da indústria do PVC. Com crescimento estimado de 3% no consumo este ano, apesar de todas as dificuldades econômicas, o setor foi representado por 16 empresas na feira, além de contar com um estande próprio do Instituto do PVC. O espaço do Instituto foi visitado por mais de 400 empresas, a maioria delas em busca de informações para iniciar a fabricação do produto. As indagações ao Instituto focalizaram principalmente aplicações específicas, reciclagem e especificações técnicas do material. O interesse não pára de crescer, garante Francisco de Assis Esmeraldo, presidente do Instituto do PVC. As barreiras e preconceitos em relação ao PVC estão desaparecendo, porque há mais informações sobre o produto, sua utilização e reciclabilidade. Tanto é que em 1998 o consumo de PVC no Brasil cresceu 15,8%, e 3,8% no mundo. Representantes de Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco estiveram no estande do Instituto do PVC, interessados em conhecer o produto e na possibilidade de instalar fábricas naqueles locais. O principal interesse nesses Estados é quanto à possibilidade de instalação de indústrias de pequeno e médio porte que, segundo os representantes dessas localidades, são mais viáveis principalmente quanto à geração de empregos, e também devido à excelente relação custo-benefício, além da versatilidade do PVC. PVC ajuda a salvar milhões de vidas Poucos sabem, mas o PVC está presente em vários produtos que ajudam a salvar milhões de vidas. Além de ser usado em tubos e conexões que levam água potável às residências e evitam doenças como cólera e dengue, o PVC está presente em hospitais em produtos como tubos e catéteres, luvas cirúrgicas, bolsas para soro e sangue, e até na drenagem de órgãos debilitados. Como bolsa de sangue, o PVC é utilizado para armazenar produtos vitais que podem ser conservados por mais de um mês, suportando a refrigeração. É usado também como manta sobre os colchões de berçários, protege os bebês por ser fácil de limpar e desinfetar. Máscaras para inalação, luvas cirúrgicas e produtos ortopédicos são outros exemplos de utilização de PVC. Mas o produto não se limita a ser matéria-prima dos equipamentos médicos. Os hospitais, por praticidade e segurança, revestem paredes, pisos e forros com PVC, pelas características antichama e de fácil limpeza e esterilização. O médico Roger Chammas, da Escola Paulista de Medicina, afirma: Presta-se pouca atenção a alguns produtos que integram os ambientes hospitalares. Produtos feitos de PVC são exemplos disso, fazendo parte da rotina de enfermarias há quase meio século. Chammas é pós-doutorado em Oncologia Experimental pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Abril de 1999 PVC On line - ano 2, n.° 11, 14-01-99 Natal de 97 brilhou mais O Natal já passou, mas quem não lembra das luzinhas e não se encantou com elas que enfeitaram jardins, prédios comerciais e residenciais, moradas ostentosas e humildes? As microlâmpadas, cuja luz e segurança é garantida por uma estrutura de PVC fios e suportes antichama tomaram conta da decoração de Natal e fim de ano de todo o País. Resistente ao calor da eletricidade e às intempéries proporcionadas pelo sol excessivo, ventos, chuvas e até frio, o produto mostrou mais do que praticidade, vencendo a guerra das prateleiras de enfeites natalinos pela beleza de seu brilho. O artigo, que não é fabricado no Brasil, porque o País não consegue concorrer com os preços da China e Coréia, em torno de R$ 1,00 a R$ 11,00 o conjunto, esteve em todas as sacolas que passaram do Paraguai para o Brasil. Daniel Alcazar, chefe da Aduana da Ponte da Amizade, que liga a Cidade de Leste a Foz do Iguaçu, afirmou que o movimento das "luzinhas" começou a partir de 29 de novembro. Durante dezembro, disse ele, a travessia diária na Ponte registrou a média de 35 mil pessoas. "Desse total, conseguimos verificar a mercadoria de 5% dos sacoleiros, e dessa amostragem notamos que todos levavam as luzinhas. Na famosa rua 25 de Março, em São Paulo, em meio à eterna disputa por clientes entre o comércio fixo e os camelôs, o brilho das luzinhas não sucumbiu. Ao contrário, os camelôs se abasteceram no Paraguai ou com os próprios concorrentes da 25, que, por sua vez, compraram o produto de cerca de 200 importadores. PVC cresceu 12% em 98 em relação ao ano anterior Segundo estimativas do presidente do Instituto do PVC, Francisco de Assis Esmeraldo, o ano de 1998 marcou mais uma vitória para o PVC, que teve um Consumo Aparente de 681 mil toneladas (t) contra 608,4 mil t em 97, representando um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. A segmentação do setor deve fechar com os seguintes números:
Janeiro de 1999 |
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