Modelos
alternativos "COBAIA DE PVC"
treinamento e ensino da microcirurgia
A evolução da microcirurgia com
redução do uso de animais: Uma Cobáia de PVC?
Vantagens
e benefícios
Alternativas
à utilização de animais vivos para fins didático-científicos: questões éticas e
científicas: O aprendizado sem dor
O que faz o PVC tão importante para a humanidade?
A
evolução da microcirurgia com redução do uso de animais:
Uma cobaia de PVC?
| Isso mesmo. A cobaia de PVC (PVC-Rat), especialmente
desenvolvida pela Microsurgical Developments (MD), uma entidade holandesa sem fins
lucrativos, e patenteada pela empresa belga Solvay Pharmaceuticals, chega ao Brasil com um
novo conceito de evolução das técnicas de microcirurgia, que possibilita a
substituição de animais vivos em experimentos e treinamentos laboratoriais. A cobaia
de PVC, confeccionada com um tipo especial do plástico PVC (Policloreto de
Vinila), é idêntica a um rato de verdade, tanto no aspecto externo (aparência e
textura), como interno (coração, rins, fígado, jugular, veias e artérias, entre
outros).
Este projeto surgiu no início dos anos 80 com o apoio do governo holandês, mas,
somente no final dos anos 90, a cobaia de PVC foi lançada oficialmente no mercado
europeu, constituindo-se em pouco tempo em uma alternativa de sucesso. Sua introdução na
área biológica já é um marco nos posicionamentos éticos na Europa e tem tudo para
conquistar a comunidade científica brasileira.
No Brasil, o Instituto do PVC é o responsável pelo lançamento da cobaia de PVC, e
o faz através de alianças com universidades, hospitais, empresas e ONG's. A entidade,
exercendo este papel, dá sua quota de contribuição na divulgação das novas conquistas
da medicina. |

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Vantagens
e benefícios
Redução significativa do uso de
animais vivos;
Desenvolvimento e aprimoramento das
técnicas de microcirurgia por estudantes, residentes e profissionais da área biológica;
Primeira cobaia sintética a permitir
operações cirúrgicas;
Prática de 25 diferentes técnicas
cirúrgicas em uma única cobaia;
Realização de anastomoses de vasos
sanguíneos, suturas de artérias e transplantes de rins, fígado e coração;
Aplicação de anestesia, monitoramento e
controle de temperatura e respiração da cobaia, por meio de um programa de computador
que simula diferentes situações;
Preservação da vida de cerca de 200
cobaias por estudante, e de 50 a 100 por técnico de laboratório.
A Solvay Pharmaceuticals reduziu em cerca
de 80% a utilização de animais vivos em suas pesquisas.
Alternativas
à utilização de animais vivos para fins didático-científicos: questões éticas e
científicas: O aprendizado sem dor
O aperfeiçoamento e a implantação de métodos alternativos ao uso de animais no
ensino por parte das instituições é, antes de tudo, uma opção pela ética.
O suplício de camundongos, dissecados vivos, que morrem em convulsão devido a
administração de drogas e que servem para os alunos treinarem suas primeiras cirurgias,
são situações que devem ser questionadas.
Mais de 70% das faculdades de medicina dos EUA não usam mais nenhum tipo de animal
vivo no ensino. No mesmo caminho encontram-se os cursos de veterinária e biologia.
No Brasil, diante do tratamento cruel imposto aos animais vivos durante as aulas
práticas, alunos de todo o país encaminham denúncias à ARCA Brasil: desde a
manutenção de cães e gatos em gaiolas minúsculas, sem alimento ou água, até a
administração inadequada de anestésicos, onde esses animais não raro despertam durante
as cirurgias, gemendo de dor. O quadro causa horror e trauma a muitos alunos.
A substituição de animais no ensino em nosso país é uma questão legal. A Lei
Federal 9.605/98, prevê penalidades para o uso de animais sempre que houver métodos
alternativos. Além disso, a objeção de consciência, assegurada pela Constituição
Federal, pode ser utilizada para garantir os direitos individuais dos alunos que se negam
a assistir ou participar de aulas que usam animais.
Por Marco Ciampi presidente da ARCA Brasil
Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal.
O que
faz o PVC tão importante para a humanidade?
Há mais de 50 anos, o PVC vem acompanhando as conquistas da área medica mundial. Sua
utilização inicia-se nos anos 40, introduzindo os materiais descartáveis e diminuindo
as infecções hospitalares. com o início das cirurgias cardíacas, novas tecnologias
foram desenvolvidas, época em que o PVC passou a ser usado em larga escala.
Suas propriedades, características, versatilidade e excelente relação
custo/benefício, quando combinadas, revelam suas potencialidades de aplicação:
Área medica (bolsas de sangue e soro,
catéteres, tubos endotraqueais, luvas, etc.);
Construção civil (tubos, conexões,
janelas, portas, telhas e perfis, forros, divisórias, pisos, etc.);
Calçados e brinquedos;
Embalagens (frascos, blisters e filmes);
Cartões de crédito, fios e cabos;
Indústria automobilística;
Laminados (lonas, painéis, piscinas,
revestimentos de açudes, reservatórios de água, etc.).
O PVC é um plástico versátil, resistente, impermeável, durável, inócuo e 100%
reciclável. Além disso, é um excelente isolante térmico e acústico, não propaga fogo
e não enferruja. Por essas razões, vem desempenhando um importante papel na melhoria da
qualidade de vida e no bem-estar da ;sociedade brasileira.
Clique aqui para ver o programa do evento
que aconteceu no dia 9/08/02.
Mais informações: Instituto do PVC:
E-mail: info@institutodopvc.org

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