Novo sistema a base de PVC
barateia custos
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Novo
sistema a base de PVC barateia custos
| O grupo gaúcho Medabil lançou
ontem um novo sistema para a construção de casas à base de PVC, concreto e aço.
Inédita no país, a tecnologia é fruto de uma associação formalizada em 1998 com a
empresa belga Tessenderlo Chemie e exigiu investimentos de US$ 15 milhões no período,
incluindo a implantação de uma nova unidade industrial em Recife (PE) e a aquisição de
outra no município de Extrema (MG). Segundo o presidente da Medabil, Attilio Bilibio, o sistema foi aprovado para
financiamento pela Caixa Econômica Federal e é adequado tanto para a construção de
casas simples quanto mais sofisticadas. "É um modelo 100% industrializado",
explicou. De acordo com ele, a empresa tem condições de produzir até 50 casas por dia e
a montagem no canteiro de não leva mais do que quatro dias. O sistema |
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utiliza PVC fornecido pela OPP Petroquímica, do grupo Odebrecht,
"recheado" com concreto celular que proporciona resistência ao fogo, imunidade
a cupim e mofo, além de isolamento térmico e acústico à residência, informou Bilibio.
Conforme o empresário, a Medabil oferece garantia
de 30 anos para o produto e o preço do metro quadrado pode cair a R$ 350,00. Segundo o
Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-RS) , o Custo Unitário Básico
(CUB) das construções convencionais no Estado está em R$ 577,11. As primeiras
131 casas, de 72 metros quadrados, montadas com a nova tecnologia ficam em um |
| condomínio no município de Canoas (RS), que terá 3 mil unidades. Há
ainda um projeto para a construção de 220 unidades de 300 a 400 metros quadrados em uma
praia do litoral norte gaúcho, além de pedidos de orçamentos encaminhados por
prefeituras e construtoras que totalizam 25 mil casas para todo o país, revelou Bilibio.
De acordo com ele, o sistema deve contribuir para o crescimento estimado de 22% no
faturamento do grupo gaúcho, que opera também no segmento de estruturas metálicas,
forros e portas em PVC. (SB) |
Fonte: Valor Econômico - Caderno Empresas/Indústria, pág. B3
(08/05/2002)

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