Bretzel:
entre o céu e a terra
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Bretzel:
entre o céu e a terra
Um projeto digno de um romance de Júlio Verne. Um dirigível coloca
delicadamente na copa de árvores de uma floresta tropical uma estrutura inflável, feita
de PVC, capaz de cobrir uma área de 400 m2: "o Bretzel".
Bretzel na copa de árvores de
uma floresta tropical
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Este equipamento fornece uma espécie de estrutura que estacionada na copa
das árvores permite que cientistas possam estudar a vida animal e vegetal neste ambiente.
É todo recoberto por uma rede de pesca e tem este nome por ter o formato de um
"pretzel" (espécie de pão holandês, que pode ser doce ou salgado, feito de
farinha de trigo). Este projeto, apoiado tecnicamente e financeiramente pela Solvin, é
o resultado do encontro de cientistas e botânicos que queriam estudar as riquezas das
florestas sem destruí-Ias. "Para se protegerem da incidência de raios solares e dos
constantes ataques de animais herbívoros (3/4 das espécies de animais herbívoros
existentes vivem e se alimentam das copas das árvores) as árvores da floresta tropical
desenvolveram um poderoso |
| mecanismo de defesa. Queremos descobrir quais são esses componentes e de
que forma eles podem beneficiar a indústria farmacêutica, química e cosmética",
explica o professor Francis Hallé, líder da expedição em Madagascar. |
Essa expedição, que teve inicio em outubro de 2001 e duração de dois
meses, foi organizada em parceria com a Pró-Natura, uma organização não-governamental
brasileira, especializada em questões ligadas ao Desenvolvimento Sustentável em regiões
de florestas tropicais.
Por que a escolha do
PVC para a fabricação do Bretzel?
A primeira versão da armação, feita em 1986, já era confeccionada em VC. É o
material ideal para resistir ao estresse mecânico, ao calor e à luz solar. Nesse projeto
feito pela Solvin alguns aspectos foram aprimorados. A cor do Brerzel, por exemplo, mudou
de vermelho para bege, o que aumentou sua resistência à incidência de raios solares.
Fonte: Mercosol Publicação Grupo
Solvay Mercosul, n.º 8, jan./fev./mar./ 2003.

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