
Íntegra da edição n.º 22 "São as águas de março fechando o verão é a Promessa de Vida no teu Coração" Quando Tom Jobim, em 1972, reclamava em forma de poesia dos inconvenientes das intensas chuvas de verão, talvez nosso maestro-soberano não pudesse prever que, se não houver cuidados, nossas águas poderão estar "no fim do caminho". Dados recentes, levantados nos últimos encontros mundiais sobre meio ambiente, apontam a escassez da água como um fato dramático nos próximos 30 anos. Apesar do planeta ser constituído por 80% de água, apenas 1% está acessível para consumo. O restante está nos oceanos ou congelada nas calotas polares. A Organização das Nações Unidas (ONU) projeta que até 2030 dois terços da população mundial terão carência de água. Os principais fatores são a poluição, o desperdício e a falta de tratamento. A Entidade também revela que 44% da população mundial já enfrenta escassez de água e 2,2 milhões de pessoas morrem a cada ano por beberem água contaminada. A situação no Brasil também é alarmante. Embora o País detenha 12% das reservas do planeta, 80% da água está armazenada na região amazônica, onde se localiza apenas 5% da população brasileira. Além disso, o nosso índice de desperdício atinge 46% da água coletada, quantidade suficiente para abastecer França, Suíça, Bélgica e norte da Itália por um ano. Estudos mostram que parte do desperdício é devido aos vazamentos em tubulações inadequadas ou mal conservadas e parte é causada pela contaminação dos lençóis freáticos. Para essas duas questões, a cadeia produtiva do PVC possui soluções simples, aplicáveis a baixo custo e que reduziriam significativamente o desperdício, entre elas podemos citar:
Sabemos que essas atitudes não são suficientes para solucionar a difícil situação. Isso requer não só uma mudança de postura da população, como também vontade política dos poderes constituídos. Portanto, faz-se urgente e torna-se imperativo que todos dêem sua contribuição concreta para, pelo menos, minimizar esses problemas. Afinal, a água "é a promessa de vida no teu coração". A cadeia produtiva do plástico e a nova perspectiva social do País O plástico é um produto democrático, além de moderno. Leve, prático e competitivo, tem aplicação praticamente ilimitada na indústria, em substituição a materiais tradicionais. Por ser tão eclético, tem presença obrigatória na vida e nos lares de qualquer pessoa, sem discriminar ricos ou pobres. Cada vez mais utilizado em embalagens, protege a qualidade e a integridade de inúmeros produtos, a começar dos alimentos. O uso do plástico também é crescente em saneamento e habitação, e nesse sentido pode dar uma grande contribuição para a melhoria dos indicadores de saúde pública. Por tudo isso, a indústria do plástico é um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Sua pujança pode ser medida pela elasticidade histórica de crescimento, cerca de três vezes e meia maior do que o PIB do País, conforme a média verificada nos últimos dez anos. No ano passado, o consumo de resinas termoplásticas no Brasil manteve esse bom desempenho, registrando um aumento conjunto em torno de 5,3%. Enquanto isso, a economia como um todo teve expansão bem mais modesta, da ordem de 1,5%. Se as perspectivas de crescimento da indústria do plástico já eram naturalmente otimistas, elas tendem a ser ainda melhores diante da prioridade conferida pelo novo governo à questão social. A primeira conseqüência prática dessa prioridade foi o lançamento do programa de combate à fome. Além dos aspectos sociais importantes, o Fome Zero deverá ter um impacto positivo sobre a produção da agroindústria, fazendo com que sua demanda por embalagens seja incrementada. Os investimentos previstos pelo governo Lula nas áreas de saneamento básico e habitação deverão conduzir a uma retomada do consumo nacional de PVC. Para criar milhões de empregos nos próximos quatro anos, outro compromisso de sua plataforma eleitoral, o presidente Lula terá que dar um forte impulso no crescimento econômico do País. Empregos significam mais renda, mais consumo, mais produção e assim por diante, num círculo virtuoso que também alavancará a demanda por plástico. A cadeia produtiva da petroquímica está preparada para responder a esse desafio. Por J.C. grubisich Qual o principal segmento que afeta a demanda de PVC no Brasil? É a Indústria da Construção. Cerca de 65% de todo o PVC consumido é direcionado para esse setor: casas, tubos e conexões, pisos, portas, janelas, forros, perfis, divisórias, cercas, revestimentos em geral etc. Isso tudo sem falar na decoração dos ambientes internos, onde conforto, segurança e beleza têm um papel cada vez mais importante. Um outro aspecto que merece destaque é o coeficiente de elasticidade da demanda de PVC x PIB Brasil, que situa-se em torno de 1,70. Envie sua pergunta para: info@institutodopvc.org Acontece: Agenda Brasilplast 2003 Local: Parque de Exposição do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo SP.
Apresentações Número de participações do Instituto do PVC em 2002:
Pelos Continentes Alemanha: PVC sem restrição de uso A prefeitura de Bonn, na Alemanha, por meio do Conselho do Comitê de Construção Civil, decidiu suspender a restrição ao uso do PVC na construção de obras públicas do município, que vigorava desde 1996. Embora algumas ONG´s ambientalistas tenham afirmado, erroneamente, que se tratava de um banimento ao uso do PVC, a antiga restrição tinha por objetivo evitar o uso do PVC sempre que, em obras públicas, existissem produtos substitutos a custos mais competitivos.Comunidade Européia (CE): "Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma" - A produção de objetos plásticos gera, freqüentemente, aparas ou sobras que podem chegar a 15%. Na maioria das vezes, estas sobras são reintegradas ao processo produtivo, caracterizando uma ação de reciclagem constante. Embora os números não apareçam nas estatísticas oficiais do setor e do governo, por ficarem restritos às empresas, ele constitui uma importante atividade ambiental. O reaproveitamento de aparas da fabricação de janelas de PVC é um dos melhores exemplos na Comunidade Européia (CE). Brasil: Embalagem de PVC inova colônias juvenis A empresa "Nasha Cosmetics" acaba de lançar no mercado a linha Manias, composta por diferentes colônias para crianças e adolescentes. A embalagem foi desenvolvida em PVC com proteção ultravioleta e válvula tipo pump. A estampa da personagem fica mergulhada na colônia, decoração esta que criou um efeito diferenciado. Para tanto, a empresa pesquisou uma embalagem que atendesse às características fundamentais do produto e identificou o PVC como a melhor matéria-prima por proporcionar transparência, resistência química e proteção contra raios solares, além da excelente relação custo-benefício. PVC revoluciona cercas de jardins de proteção Consumidores europeus aprovaram as cercas de PVC. O produto é leve, resistente a água e raios solares ultravioleta, é de fácil manutenção e instalação, além de estimular a criatividade dos designers. As cercas de PVC oferecem beleza aos jardins, aos ambientes externos das residências e a outros locais que necessitam de proteção.Fôrmas plásticas A EBR (Empresa Brasileira de Reciclagem) desenvolveu um estudo para substituição de madeira por plásticos reciclados na construção civil. O PVC pode ser utilizado para a obtenção de fôrmas para concreto, com a vantagem de não ficar incorporado à edificação após a sua conclusão, sendo reciclado e reaproveitado em outras obras. É possível obter tapumes, placas de sinalização e vários outros produtos. Mais informações: http://www.formas.com.br Vamos lá! Tchibum Todo ano é a mesma coisa. O verão chega, o sol castiga e o maior desejo do brasileiro é ter uma piscina para relaxar. Só de imaginar essa sensação, o corpo é invadido por uma felicidade indescritível. Pois esse sonho vem se tornando cada vez mais acessível a um bom número de brasileiros. Segundo dados da ANAPP (Associação Nacional dos Fabricantes e Construtores de Piscinas e Produtos Afins), o Brasil já é o segundo País do mundo com maior número de piscinas instaladas, cerca de 1,2 milhão. O País fica atrás apenas dos Estados Unidos. Boa parte desse prazer foi possível graças ao vinil (manta rígida de PVC). O material vem se tornando a coqueluche de um setor que movimenta cerca de R$ 900 milhões por ano. Em menos de 20 anos já representa 35% desse mercado. E a tendência é crescer ainda mais. Nos Estados Unidos e Canadá, o PVC nada de braçada, pois 90% das piscinas já são construídas com o produto. As características do mercado brasileiro (85% dessas refrescantes construções são instaladas em residências) propiciam uma enorme vantagem do PVC em relação aos demais materiais. O PVC possibilita a personalização das piscinas. Elas podem ser montadas em qualquer tamanho, formato ou profundidade dando asas à criatividade dos arquitetos. Além disso, o custo é mais acessível, a execução é rápida, o material evita vazamentos e não requer impermeabilizações. A Sansuy, uma das principais produtoras de mantas de PVC para piscinas, comemora o crescimento do mercado nos últimos anos. De olho na ampliação das vendas, ela investe em parcerias com empresas como a Sibrape, maior fabricante de piscinas de PVC da América Latina, com 70% do mercado nacional. PVC fazendo a lição de casa Há poucos aspectos consensuais na sociedade brasileira. Um deles é a necessidade de investir na educação das novas gerações. Para garantir uma educação de qualidade é preciso manter investimentos, remunerar bem os mestres e dar condições e materiais adequados para as crianças desenvolverem todo o seu potencial. No Brasil, segundo dados do IBGE de 2001, 96% das crianças entre 7 e 14 anos estão na escola. Oferecer materiais escolares para essa criançada é fazer parte de um mercado que cresce a cada dia. E a indústria de PVC não está fora dessa. Em toda época de volta às aulas, o material chega com novidades para o dia-a-dia dos alunos. As empresas oferecem produtos de qualidade com custo acessível. Mochilas, estojos, borrachas, canetas, pastas, fichários, porta-lápis, capas de caderno e de agendas são alguns exemplos dos produtos feitos à base de PVC. A Cipatex, uma das principais produtoras de PVC para materiais escolares, atende regularmente às solicitações de clientes que pedem desenvolvimentos exclusivos para determinadas marcas e lançamentos. As novidades são apresentadas por volta do mês de setembro, quando acontece a "Escolar", maior feira do setor, período em que o mercado se prepara para atender essa demanda. Clique aqui para fazer o download (0,61 MB) |
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