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Resumo
da edição n.º 2 O PVC brilhou nas avenidas Quem poderia imaginar que o mesmo material que vira tubo de rede de água, revestimento de parede, bolsa de sangue e até peça de automóvel também embeleza o carnaval? Seja no Rio, em São Paulo ou na Bahia, o PVC decora carros alegóricos, ruas, avenidas e trios elétricos. Os carnavalescos sabem da importância do PVC para tornar os desfiles das Escolas de Samba mais belos e atraentes, como afirma Virníria Nejelschi, carnavalesca da Nenê de Vila Matilde, "não existe material similar e nós usamos o PVC desde que ele existe". Este ano, só o Casarão das Artes Carnavalescas, do Rio de Janeiro, que atende às cariocas Beija-Flor, Império Serrano, Estácio de Sá e Caprichosos de Pilares, além da paulista Camisa Verde e Branca, consumiu 660 quilos de PVC, sem contar as 8,5 mil fantasias e os adereços flexíveis, como bastões, mascaras e chapéus, afinal "o carnaval é coisa séria", afirma Graça Oliveira que trabalha no Casarão. Como diz a máxima baiana: "Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu" e o PVC também vai, ou melhor, ele faz parte dos trios baianos. Além de dar um toque de modernidade e beleza à invenção dos baianos Dodô & Osmar, ele compôs a decoração das ruas e avenidas do maior carnaval-participação do mundo. O artista plástico Zu Campos, co-autor da decoração do carnaval de Salvador, deste ano, afirma que "o PVC substituiu o tecido e a madeira com as vantagens da maleabilidade, translucidez e economia". A Tropicália - tema do carnaval baiano de 1998 - andou lado a lado com o PVC, gerando não só caricaturas dos nomes mais expressivos do movimento Tropicalista - Gil, Caetano e Gal - como também painéis expostos num dos maiores catrtões postais do Brasil, o Elevador Lacerda, além da Praça Castro Alves, passagem obrigatória dos trio elétricos. Foi o PVC dando um toque especial à magia da capital baiana. Opinião: Efeito "Ola" Por Alexandrino de Alencar - Presidente do Conselho Administrativo do Instituto do PVC. Acontece: Agenda
PVC em dia: Pelos continentes Canadá: O Governo canadense declarou que os brinquedos de PVC cumprem todas as exigências legais e oferecem segurança para o consumidor.
Japão: 17 produtores japoneses de VCM/PVC criaram o Conselho do Meio Ambiente, que visa promover e divulgar informações dos produtos para a sociedade.
Alemanha: Alemanha registrou um crescimento da indústria do PVC de 5,3% em 1996 e de 10,1% nos primeiros meses de 1997. Itália: A convenção "O PVC na sociedade moderna - papel segurança e compatibilidade ambiental" foi realizada em outubro em Roma. O objetivo foi de discutir a melhor forma de adequar desenvolvimento com meio ambiente e qualidade de vida. Suécia: O cientista Cristoffer Rappe, da Universidade de UMEA revelou, em 10 de dezembro que "os resultados dos estudos desenvolvidos com a minha equipe não confirmaram a tese segundo o qual a eliminição do PVC contribuiria para a diminuição das concentrações de dioxinas e furanos".
Brasil: Com o objetivo de servir como fonte de referência e divulgar as qualidades técnicas e ambientais do PVC, o Instituto do PVC criou, em fevereiro, o Comitê de Comunicação. Vida contemporânea Economia de energia - Dadas suas propriedades térmicas e acústicas, as janelas, portas e divisórias de PVC estão ampliando cada vez mais seus mercados. Sobretudo em países onde há escassez de energia. Automóveis mais seguros - Segurança! Os consumidores estão cada vez mais exigentes com este item. Objetivando amenizar impactos em diversos componentes do automóvel em contato direto com os passageiros, o PVC está sendo utilizado cada vez mais neste setor. A absorção de impacto nos painéis e apoios internos ajudam a reduzir o número de vítimas em casos de acidentes. Além disso, o PVC tem a propriedade anti-chama, ideal para revestir fios e cabos. Depoimentos: Qualidade do brinquedo brasileiro cada vez melhor A qualidade e a competitividade dos brinquedos brasileiros de PVC consquistam maior fatia do mercado interno, além de serem reconhecidos no exterior. Segundo o Instituto Falcão Bauer (IFB), que analisa a qualidade de brinquedos, os de PVC nacionais são os melhores. O Gerente do laboratório de brinquedos do IFB, Oswaldo Kinoshita afirma que "de dois a três anos pra cá não temos encontrado o DOP (aditivo usado para dar maleabilidade ao PVC) em brinquedos para as primeiras idades, conforme especifica a Norma de Segurança dos fabricantes de Brinquedos, e os demais não contém doses acima do nível permitido pela Legislação. A supervisora técnica do Instituto de Qualidade do Brinquedo (IQB), Vanessa Moura Eler, concorda com Kinoshita. "Tal como em 1997, não tem havido casos de reprovação", afirma a engenheira química. A engenheira de materiais Karin Dias Salman, da Unicamp, foi premiada pelo trabalho Determinaçãon de Propiedades Radiológicas de Tecido Equivalente (Bolus Vinílico) feito de Policloreto de Vinila - PVC, apresentado no XXI Congreso Brasileiro de Radiologia, em São Paulo.
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