
Íntegra
da edição n.º 14 PVC também por um mundo melhor O Rock In Rio por um Mundo Melhor, maior festival de música de todos os tempos, trouxe para o Brasil mais de 100 bandas nacionais e internacionais, atraiu 1,2 milhão de pessoas e teve 160 horas de música tocadas durante os espetáculos apresentados de 12 a 14 e de 18 a 21 de janeiro deste ano. Tudo isso na Cidade do Rock, que ficará erguida por mais quatro anos, construída especialmente para o evento, na Barra da Tijuca (RJ). O espaço cultural, que compreende 250 mil m2 de área, possui estrutura de primeiro mundo e foi feita para atender com conforto as necessidades do público em geral. Nomes consagrados como Sting, R.E.M., Guns´N´Roses, Iron Maden, Daniela Mercury, Ira, Moraes Moreira, Carlinhos Brown, Sandy e Júnior, entre outros, fizeram apresentações históricas e memoráveis nos palcos instalados no local. E, como não podia deixar de ser, entre os astros do evento estava ele, o PVC. Embalando o som da galera, garantindo boa acústica, mostrando sua versatilidade e beleza, o PVC estava presente em todas as tendas, palcos e praça de alimentação construídos na Cidade do Rock. No total, foram usadas 50 toneladas de lonas de PVC. Na opinião do engenheiro Nelson Fiedler, designer do projeto, o PVC oferece uma variedade de opções, além de ser um material estável e de fácil manuseio. "O PVC é versátil, flexível e tem ótima soldabilidade, coisa que outros materiais não permitem, necessitando de colagem, costura e outras formas que demandam tempo. O PVC também oferece grandes variações de malha, de plasticidade e translucidez", afirma o engenheiro. Fiedler, que utiliza lonas de PVC em seus projetos há 21 anos, conta que o PVC alcançou um patamar muito maduro nos últimos cinco anos. "Alguns pequenos problemas que tínhamos antigamente foram solucionados pelos fornecedores", explica. De acordo com o engenheiro, as lonas de PVC alcançaram tal requinte em suas aplicações que cada vez mais estão substituindo o algodão e vários outros materiais, isto devido ao fato de não propagar chama e ter bom isolamento térmico e acústico. "Cada vez mais os bombeiros estão exigindo esse tipo de material em cenários, e o laminado de PVC responde a essa necessidade. Fiz um disco voador para a MTV inteiro de PVC. Ele era todo prateado e não havia uma rugosidade sequer. Ficou perfeito. Já para o palco do Rock In Rio, usamos uma outra composição, para que o resultado fosse mais denso", completa. Para se ter uma idéia, o número de projetos da equipe de Fiedler chegou a triplicar depois do evento. "Estamos trabalhando, por exemplo, no projeto da Fórmula 1 e na reestruturação de alguns cenários da Rede Globo", comenta. No ano passado, o engenheiro utilizou 150 toneladas de lonas de PVC em seus projetos. Para 2001, a previsão é de que esse número cresça bastante. "O Rock In Rio foi um resultado de 35 meses de trabalho e a realização de um sonho", finaliza Fiedler. Para o efeito obtido na Cidade do Rock, foram utilizadas 12 cores diferentes de laminados. "As cores são fornecidas de acordo com a necessidade do cliente. Assim acontece com as especificações dos laminados. No caso do Rock In Rio foram fornecidas as lonas nas cores azul, amarela, prata, verde, branco e suas variações de tonalidade", explica João Carlos Duarte, assessor de marketing da Sansuy, fornecedora de todos os laminados de PVC utilizados no evento. Para ele, o mercado de laminados de PVC é promissor. "O interesse pelo produto está crescendo e suas vantagens são muitas. Entre elas estão custo, versatilidade, variedade de cores, aditivação ultravioleta, anti-fungos e retardante de chamas", explica. Além das coberturas e laterais das tendas e chão dos palcos da Cidade do Rock, podemos encontrar as lâminas de PVC neste verão em guarda-sóis, piscinas, cadeiras de praia, tendas, barracas de camping, entre outras aplicações. Rock In Rio: o show dos plásticos Quando imaginei o Rock In Rio Por um Mundo Melhor, queria não apenas uma celebração da música e da paz, mas também uma festa de beleza, do esteticamente agradável, do plasticamente funcional. Sabia que isso só seria possível num cenário confortável e alegre que permitisse uma saudável convivência, numa Cidade do Rock construída a partir de uma arquitetura futurista e funcional, que desafiasse as formas, as dimensões e os espaços dos modelos de festivais passados. Eu precisava criar o ambiente para que, nos sete dias de Festival, o público se sentisse envolvido por um inebriante turbilhão de sons e imagens e celebrasse o belo. Um cenário acolhedor que permitisse a ele sonhar não só com um mundo melhor, ao alcance dos sonhos e das mãos de cada um de nós, mas também com o mundo do futuro de agradáveis surpresas. E, 16 anos depois do primeiro Rock In Rio, percebi que o acelerado desenvolvimento tecnológico tinha criado um novo mundo de materiais - plásticos, metais, fios e lâmpadas - a serviço dessa beleza. Engenheiros, arquitetos e cenógrafos poderiam usar à vontade a imaginação e realizar o sonho das tendas futuristas, das cavernas high tech, que abrigariam os diferentes tipos de sons do mundo. Os plásticos resistentes, seguros e rnaleáveis, de cores e formatos camaleônicos, permitiram que a Cidade do Rock assumisse as formas ousadas de uma polis futurista com iluminação surpreendente, um décor antes só visto no cinema. E conseguimos! Criamos uma Cidade do Rock definida como a Disneyworld do Futuro pelos fanáticos por música estarrecidos diante do gigantismo proporcional do Palco Mundo, da visão futurista da Tenda Eletro, da Pátria estampada na Tenda Brasil, do rústico acolhedor da Tenda Raízes, da arquitetura que estimulava o debate e a solidariedade da Tenda Mundo Melhor. Respeitado em seu bom gosto, atendido em suas necessidades básicas de conforto, com os sentidos apurados, o público pôde então se render ao encanto da música, realizar a fantasia de ver seu ídolo no palco, fechar os olhos e, enfim, sonhar com um mundo realmente melhor. Hoje, silenciada a música, adormecido esse cenário, o Rock In Rio é uma doce lembrança para roqueiros de todas as idades, como uma celebração das formas artísticas que enchem os olhos. Urna festa que vai-se querer rever, sempre, como uma obra de arte na parede de um museu que, a cada visita, voltamos sempre para admirar. Por Roberto Medina Acontece: Agenda
PVC em dia: Pelos Continentes
Suécia: Relação entre ftalatos e câncer em humanos é claramente exagerada Esta é apenas uma das conclusões do estudo realizado pelo Swedish National Board of Health and Welfare (SNBHW), encomendado pelo governo sueco, sobre os ftalatos e o PVC utilizados nos produtos médicos. Segundo Johan Svedberg da Swedish Association of Suppliers of Medical Devices (SLF), o SNBHW dá, oficialmente, o sinal verde para que se continue utilizando o PVC em produtos destinados à área médica, atestando sua segurança e benefícios aos pacientes. A conclusão do estudo, que durou 2 anos, modificou a classificação do DOP (di-octil-ftalato) que deixou de ser "possivelmente cancerígeno para humanos" e entrou na lista dos produtos químicos classificados como "não cancerígeno para os humanos". O IARC - International Agency for Research on Cancer, órgão da Organização Mundial de Saúde (OMS), já havia se posicionado favoravelmente ao DOP no início de 2000. Bélgica: Conferência promove a obtenção de energia a partir do lixo O líder da comissão para assuntos ambientais da União Européia (UE), fez uma exposição detalhada sobre o desperdício do lixo na UE e confirmou sua preferência pela reciclagem em vez da incineração na recuperação de energia. No entanto, seu tom foi moderado e procurou destacar que as opções à incineração estão abertas à avaliação dos diversos Estados-membro. Estados Unidos: Redução de níveis de dioxinas emitidas nos Estados Unidos Estudo da EPA/EUA (Agência de Proteção Ambiental) concluiu que os níveis de dioxinas presentes no meio ambiente caiu drasticamente nos últimos 25 anos, resultado de um esforço conjunto das indústrias e do Governo. De acordo com a EPA, esta redução foi de 75% entre os anos de 1987 e 1995, considerando-se as fontes de dioxinas conhecidas. Com a entrada em vigor de novas regulamentações ambientais para algumas atividades industriais como a incineração, esta redução deve aumentar, chegando a 95% nos próximos 5 anos. Vida contemporânea PVC ultrapassando as barreiras do universo Um dos grandes desafios do homem neste século que se inicia é, sem dúvida, continuar explorando o universo. O PVC não só integrará este objetivo, como esteve presente na maior conquista espacial do homem: a Lua. Utilizado para produzir os tubos de resfriamento e mangueiras salva-vidas dos trajes espaciais utilizados pela tripulação da nave Apollo 11 (primeira missão tripulada a pousar na Lua), as roupas podem ser observadas no Museu Nacional do Ar e Espaço, nos Estados Unidos. Ao todo são 12 trajes lunares além de outros 238, usados em diversos vôos espaciais da NASA, se constituindo no maior acervo de roupas espaciais do mundo. Abrigo de PVC auxilia policiais, bombeiros e equipes médicas Criado por Richard Bayley, que estava cansado de se molhar quando participava de corridas de motos em dias de chuva, o abrigo de PVC ganhou utilidade mais nobre. Hoje já é utilizado por policiais, bombeiros e médicos. As vítimas de acidentes, antes de serem encaminhadas para o hospital são envoltas no abrigo, tornando o ambiente mais confortável para o acidentado. O governo japonês estuda torná-lo item obrigatório em serviços de emergência naquele país. Rock in rio: o PVC esteve presente mesmo! Confira alguns números do que foi consumido pelo público do Rock In Rio deste ano:
Pode-se dizer que o PVC esteve presente em todos, ou em quase todos estes ítens mostrando sua versatilidade. Nos sanduíches, por exemplo, há grande probabilidade de ter estado no filme plástico que envolvia o pão. Nas garrafas de água e, na lasanha, provavelmente em sua embalagem e no recipiente onde era servida. PVC nas passarelas e na platéia do mundo fashion O mundo da moda esteve movimentado nos últimos meses. Isso porque aconteceu o "São Paulo Fashion Week." As modelos mais requistadas de todo o mundo, estiveram desfilando os vários estilos propostos por estilistas renomados como Alexandre Hercovitch, Fause Haten, Reinaldo Lourenço, Renato Loureiro, Ricardo Almeida, Carla Fincato, Ronaldo Fraga, Marcelo Sommer, Gloria Coelho, entre outros. Teve de tudo nas passarelas da coleção outono-inverno desse ano. Todos os tipos de tecidos, acessórios, sapatos, penas, lentejoulas, paetês, e muito, mas muito brilho. O PVC ou vinil, nesta coleção, aparece em acessórios que, mais do que nunca estão na moda, como em solados e em bolsas, além de compor peças, desde botas ou sofisticados sapatos de salto agulha até calças e jaquetas. Por isso tudo, entre os freqüentadores, estilistas, profissionais da moda e produtores do evento, o PVC esteve em alta. Além disso, o material ainda esteve presente em acessórios como colares, pulseiras, braceletes, armações de óculos, fivelas, entre outros itens básicos que compuseram o "look fashion" do público em geral. As altas temperaturas registradas até agora indicam que os brasileiros estão tendo um verão e tanto, muito sol e pouco vento. Para driblar o calor, o ideal é se vestir adequadamente, na estação mais esperada do ano. A moda verão de 2001 pede muita cor e ao mesmo tempo transparência, muito plástico e bastante criatividade. Seguindo essa tendência, a Grendene criou a nova coleção da Melissa que está mais colorida do que nunca. Inspirada na simbologia das cores, a linha verão, feita 90% em PVC, traz em cada cor um significado único. E tudo isso em PVC! Outro projeto da Grendene é o chinelo Rider feminino que já vai ser lançado no Brasil e seguirá a mesma linha da versão masculina da marca, feita totalmente em PVC. O mundo da moda esteve movimentado nos últimos meses. Isso porque aconteceu o "São Paulo Fashion Week." As modelos mais requistadas de todo o mundo, estiveram desfilando os vários estilos propostos por estilistas renomados como Alexandre Hercovitch, Fause Haten, Reinaldo Lourenço, Renato Loureiro, Ricardo Almeida, Carla Fincato, Ronaldo Fraga, Marcelo Sommer, Gloria Coelho, entre outros. Teve de tudo nas passarelas da coleção outono-inverno desse ano. Todos os tipos de tecidos, acessórios, sapatos, penas, lentejoulas, paetês, e muito, mas muito brilho. Por enquanto, o produto está sendo produzido apenas para exportação. A novidade traz o conceito da transparência da Melissa, nas cores fortes dos computadores i-Mac. Só no ano passado a Grendene produziu 83 milhões de pares tendo a linha Rider (masculina) representado 40% de sua produção. Mostrar os vários ecossistemas aquáticos e ensinar aos visitantes como preservá-los é o objetivo do Acqua Mundo, o maior aquário privado da América do Sul, localizado na praia da Enseada, no Guarujá (SP). Com padrão Internacional, o local possui 1.200.000 litros de água distribuídos em 32 tanques e terrários. São 700 espécies de animais aquáticos representativos dos mais diversos ambientes e grupos zoológicos tubarões, pingüins, peixes de água doce e salgada, tartarugas e répteis como lagartos, jacarés e cobras. Para que os animais tenham um comportamento natural, cada recinto é uma réplica do habitat natural de cada espécie manguezal, costão rochoso, recife de coral, floresta amazônica inundada, pantanal mato-grossense, praia arenosa, entre outros. E tudo isso feito de PVC recoberto de resina. Para se ter uma idéia, além dos cenários citados, o PVC (através dos tubos e conexões) foi utilizado em todo o sistema de encanamento e filtragem dos 32 tanques existentes no aquário. Calcula-se que foram usados mais de 5 mil metros de tubos de PVC. Andréia Nery, assessora de imprensa do local, afirmou que o PVC foi escolhido devido à segurança que o material proporciona, principalmente, porque resiste ao ataque da maresia, um vez que alguns tanques possuem água salgada. Além disso, de acordo com a assessora, o PVC é, de longe, o material mais adequado e específico para ser usado nesta área de atuação devido a sua durabilidade e resistência, principalmente por não oferecer perigo em caso de ruptura. O Acqua Mundo também proporciona aos seus visitantes vivência e conhecimento que possibilitam uma melhor compreensão e respeito pela natureza. Para isso, foi desenvolvido o Programa de Educação Ambiental (PEA) que tem como filosofia o conhecimento científico de forma didática e lúdica. Clique aqui para fazer o download (0,57 MB) |