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Íntegra
da edição n.º 12 PVC: medalha de ouro em versalitidade Ser leve, bonito, resistente, de fácil manutenção, possuir características excepcionais de brilho e transparência, ter longa vida útil, entre outras tantas características. Esses são os principais motivos que levam os transformadores de produtos para esporte a optarem pelo PVC, um material que tem se mostrado cada vez mais versátil no mundo esportivo. Para se ter uma idéia, nos Estados Unidos o PVC está presente em 75% dos estádios esportivos. No Japão cobre piscinas olímpicas e a praia artificial da cidade de Miyazaki. No Brasil, podemos encontrá-lo nos parques temáticos e de diversões como o Playcenter em São Paulo, ou ainda em boxes das escuderias que vêm ao Autódromo de Interlagos participar da Fórmula 1, sem falar dos assentos e revestimentos do teto dos carros competidores. "Hoje em dia o PVC brasileiro alcançou uma qualidade tão boa, que produzimos produtos perfeitamente comparáveis e competitivos com os internacionais", comenta Juan Biester, diretor de novos produtos da Sansuy, uma das maiores produtoras de coberturas e laminados de PVC no Brasil. "Com isso, as variações onde ele é aplicado têm crescido dia a dia", completa. No futebol, segundo o entrevistado, podemos encontrar o PVC expandido nas bolas ou nos laminados que recobrem os túneis por onde os jogadores passam antes de entrar em campo, além das chuteiras dos atletas. O Stade de France, por exemplo, construído nos arredores de Paris e considerado um estádio high tech, é coberto por PVC e suas 80 mil cadeiras são revestidas com 60 mil metros quadrados de lona tensionada do material. "No tênis também podemos observar a presença do PVC nas coberturas das quadras, na maioria das vezes deslocáveis, ou seja, que abrem e fecham de acordo com o tempo. Um exemplo disso é a cobertura da quadra de Wimbledon, que fecha quando chove", conta. Nessa modalidade, o PVC ainda está presente em redes localizadas em pontos estratégicos da quadra que servem de proteção contra o vento. Além das aplicações já citadas, encontramos o PVC nos tatames de judô, onde há uma textura superficial do material que imita o bambu. Nos ringues de boxe, as proteções laterais e algumas partes das luvas dos lutadores são feitas de PVC. "Há uma infinidade de aplicações. O mercado de PVC no Brasil está crescendo e investindo neste campo. Temos uma previsão de nos tornarmos o maior fornecedor do Mercosul nos próximos cinco anos", afirma Biester. A Umbro, uma das principais fabricantes de calçados esportivos, utiliza centenas de metros de laminados de PVC por ano e, de acordo com Basílio Villa Fontolan, gerente industrial da empresa, está satisfeita com a qualidade do PVC nacional. "Sua qualidade é excelente e importamos somente alguns tipos que não são produzidos aqui", comenta. A possibilidade de poder acompanhar a moda como, por exemplo, as novas cores, segundo o entrevistado, faz do PVC um material cada vez mais utilizado nos calçados esportivos e de forma geral. "A moda agora é chuteira de cor vermelha ou prateada e o PVC permite a aplicação de várias cores e detalhes", explica Fontolan. Além da versatilidade que o PVC pode conferir aos modelos de calçados, principalmente às chuteiras, oferece também resistência, característica fundamental nos artigos esportivos. "Por essas razões e pela facilidade de aproveitamento do material e do processo produtivo, o PVC tornou-se uma das principais alternativas do couro", afirma o gerente industrial. "Hoje, praticamente todos os fabricantes de calçados esportivos utilizam o PVC", completa. E é por essas e outras que o PVC tem ganhado cada vez mais medalhas de ouro em versatilidade, beleza e competitividade. Um Brasil cada vez mais olímpico O Brasil só tem a ganhar com a participação em Jogos Olímpicos. Em Sydney, na virada do milênio, estaremos escrevendo o 18º capítulo de nossa bela história olímpica. Desde 1920, na Antuérpia, que o País envia uma delegação para a disputa da principal competição esportiva do mundo. Através dela, conseguimos superar barreiras e começamos a conhecer alguns heróis que honraram o nome do Brasil e transmitiram mensagens de confiança e superação, fundamentais ao povo brasileiro. Esse ideal olímpico é importante principalmente para os jovens brasileiros, tão carentes de ídolos. O esporte, mais do que tudo, significa saúde. O atleta para chegar a participar de uma edição dos Jogos Olímpicos precisa desenvolver seu físico, e para isso deve se manter sempre longe das drogas. Quando todo o esforço do atleta se transforma em uma medalha olímpica, o resultado vem à tona, servindo de espelho para muitos que sonham seguir o mesmo caminho. O Comitê Olímpico Brasileiro dá a sua parcela de contribuição, possibilitando todas as condições para que os atletas possam elevar cada vez mais o nome do País no exterior. Outro aspecto que considero fundamental é a massificação esportiva, essencial para que nós cresçamos ainda mais como potência olímpica. E o patrocínio torna-se peça-chave nessa engrenagem. Quando estive à frente da confederação Brasileira de Volleyball, lutei para que as empresas tivessem uma participação efetiva no esporte. Isso foi em 1980, após os Jogos de Moscou, época que muita gente ainda julgava ser um insulto o nome do patrocinador na camisa dos clubes. No entanto, passados 20 anos, a participação das empresas no esporte, fora do futebol, ainda é muito tímida. Na Europa, Ásia e Estados Unidos há um conceito de investimento das empresas no esporte que não se vê por aqui. É justamente o orgulho de estar presente na participação de um atleta, de uma equipe e até mesmo de um país. Este conceito está ligado ao espírito olímpico que é algo muito mais abrangente e universal. No momento, carrego um ideal. Além de participar dos jogos Olímpicos é importante trazê-lo para o Brasil. Por isso, o COB já começou a trabalhar para que o Rio de Janeiro consiga ser a sede dos Jogos Pan-Americanos de 2007 e dos Jogos Olímpicos de 2012. A Cidade Maravilhosa tem a vocação esportiva e a capacidade para organizar grandes eventos internacionais. A Assembléia dos Comitês Olímpicos Nacionais (ACNO) e a Reunião Executiva do Comitê Olímpico Internacional, que aconteceram paralelamente na cidade, em maio deste ano, geraram cerca de mil empregos diretos e indiretos. O retorno que estes eventos trazem para a cidade e o País, tais como geração de empregos, pagamentos de impostos e crescimento do comércio e do turismo é fantástico, sem falar nos benefícios urbanos que a cidade ganhará em função da competição. Por Carlos
Arthur Nuzmann Acontece: Agenda
PVC em dia: Pelos Continentes Alemanha, Suíça e Áustria: Programa conjunto amplia a reciclagem dos pisos de PVC Há cada ano, cerca de 80 milhões de metros quadrados de pisos de PVC são instalados na Alemanha, Áustria e Suíça, tanto em residências como em escritórios, escolas, hospitais e outros. Esses pisos são muito utilizados devido às suas propriedades, tais como longa vida útil, resistência ao uso, fácil limpeza e esterilização, além de ser reciclável. Nesses três países, desde 1990, os produtores desses pisos, em colaboração com fabricantes de resina de PVC, formaram uma associação chamada AGPR que busca ampliar cada vez mais a reciclagem. O programa se iniciou com uma unidade de reciclagem em Grossefehn, seguida de outra em Troisdorf, ambas na Alemanha. A capacidade atual está em 5 mil toneladas ano. A idéia é ter outras unidades o mais breve possível, e responder aos anseios da Comissão Européia que pressiona produtores e transformadores para montarem seus próprios sistemas de coleta e reciclagem. Escócia: Debates intensos sobre meio ambiente e saúde dificultam posicionamento dos políticos "Políticos são, logicamente, líderes de opinião, mas são também seguidores do humor da opinião pública". Essa afirmação foi feita pelo diretor da Agência Escocesa do Meio Ambiente e também coordenador do Comitê do Parlamento Europeu para o Meio Ambiente, Ken Collins, em seu discurso no parlamento. Ken Collins tem sido, há muitos anos, um dos principais legisladores nas questões ambientais na Europa e explicou aos delegados os desafios e dificuldades em sustentar uma posição em assuntos tão polêmicos. De acordo com ele, devido à complexidade de alguns temas modernos, uma parte do público tem perdido a confiança nos cientistas e em algumas das tecnologias usadas no tratamento dos problemas de saúde, dificultando o papel dos legisladores. O risco, na opinião do especialista, é que o uso cada vez maior de argumentos emocionais, desvia o foco do problema para fronteiras distantes dos aspectos técnicos. Associações ligadas ao PVC estão enfrentando essa dificuldade quando se defrontam com as alegações infundadas e emocionais levantadas por algumas ONG's que pressionam os delegados dos países a tomar atitudes preventivas, mas sem qualquer respaldo científico. PVC se consagra na moda do verão europeu Uma nova linha de acessórios totalmente em PVC foi criada para o verão 2000 / 2001 na Europa. Ela contempla desde novos modelos de bolsas 100% em plástico, até novos desenhos de chinelos próprios para praia. As bolsas, chamadas "colorbags", são produzidas em mais de uma dezena de cores semi-opacas. O uso do PVC a torna impermeável, não inflamável,, lavável e resistente à luz do sol. Já os chinelos e tamancos produzidos em PVC expandido (solado) e PVC compacto (correias) permitem sua fabricação em diversas cores e impressões. PVC: versatilidade a toda prova:
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