O PVC

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PVC lado a lado com as conquistas da medicina

Introdução

Vantagens

Casos de sucesso

"Eu conheço o PVC"

O PVC e o meio ambiente

Crescimento do mercado de PVC


Há mais de 50 anos garantindo alta tecnologia, praticidade e segurança

Os diversos produtos e artigos médicos feitos à base do plástico PVC, apesar de sua grande utilidade e de estarem consagrados devido ao seu uso, passam quase despercebidos na rotina dos profissionais de saúde.

Foi em 1947 que eles começaram a ser empregados nos hospitais, substituindo progressivamente os antigos materiais e permitindo a fabricação de produtos finais com qualidade bem superior.

Muitos instrumentos utilizados hoje em exames, cirurgias e recuperação de pacientes utilizam produtos à base de PVC: bolsas de sangue, tubos endotraqueais, bolsas de soro, catéteres cardiovasculares, tubos que saem do coração do paciente e levam o sangue até a máquina de circulação extra-corpórea, sondas e equipamentos de alimentação enteral, cânulas de perfusão e ponteiras para micropipetadores e equipos para soro.

A existência do PVC, associando alta tecnologia e baixo custo, proporcionou a criação de produtos descartáveis, encontrando uma solução definitiva para as infecções causadas pela reutilização de artigos médicos. E também permitiu a criação e desenvolvimento de órgãos artificiais como próteses.

Depois de mais de 50 anos de experiência, a versatilidade do PVC e sua excelente relação custo/benefício possibilitam o seu uso para as mais variadas finalidades. Além de facilitar o trabalho dos profissionais da saúde e melhorar a vida dos pacientes, o PVC é um produto reciclável, contribuindo para a preservação do meio ambiente e conservação dos recursos naturais.

Um dos materiais mais estudados em todo o mundo, o PVC tem a aprovação de órgãos governamentais dos países com as mais rigorosas legislações nas áreas ambiental e de saúde, como Alemanha, Estados Unidos e Grã-Bretanha.


Os produtos de PVC ajudam a salvar a vida de milhões de pessoas.
Veja por que:

Versatilidade Por suas múltiplas aplicações, o PVC pode se adaptar às exigências específicas do uso a que se destina, como por exemplo as características de proteção a medicamentos delicados (impermeabilidade a odores e proteção contra oxidação, maleabilidade, entre outras).

Confiabilidade Durante mais de 50 anos, o setor médico acumulou larga experiência em produtos feitos à base de PVC. É um dos materiais mais pesquisados do planeta e aprovado pelos órgãos de controle dos países desenvolvidos mais exigentes.

Segurança A alta transparência do produto permite saber com precisão o que se passa dentro de um sistema à base de PVC. Bolhas de ar, entupimentos ou incrustrações são facilmente identificadas e instantaneamente corrigidas, evitando complicações. O PVC pode ser soldado com segurança, à prova de vazamentos e contaminações provenientes do ambiente externo.

Praticidade O conforto no uso é muito importante tanto para os profissionais de saúde como para os pacientes. Em casos de atendimentos de emergência fora dos hospitais, as características de fácil empilhamento, estocagem e movimentação dos artigos médicos à base de PVC, viabilizam os trabalhos nas unidades móveis. E, para os pacientes, propicia maior mobilidade. 

Produtos coloridos O PVC pode ser fabricado em todas as cores imagináveis, o que facilita a identificação de produtos, sejam eles dutos, embalagens ou qualquer outro.

Resistência O PVC, que é inerte, é um dos materiais que apresenta maior resistência aos métodos de esterilização (vaporização, óxido de etileno ou raios gama).

Leveza   O PVC é extremamente leve, o que permite importantes economias de transporte e instalação, sem contar que facilita o manuseio do corpo clínico.  


A evolução do PVC ao longo das décadas

Anos 40 O PVC começa a ser utilizado na área médica, introduzindo os materiais descartáveis e diminuindo as infecções em ambientes hospitalares. O vidro, o aço e outros materiais começam a dar lugar ao PVC na fabricação de seringas, recipientes para soro e sangue, equipos, entre outros.

Anos 50 Com o início das cirurgias cardíacas, novas tecnologias foram desenvolvidas para atender as necessidades da medicina, mesma época em que o PVC foi introduzido em larga escala, com a chegada dos materiais descartáveis ou de uso único.

Anos 60  Surgem os catéteres de termodiluição à base de PVC para monitoramento hemodinâmico, permitindo obter informações mais precisas dos pacientes com problemas cardíacos ou em estado grave. Também nesta década, são introduzidas as bolsas de sangue em PVC, que facilitam o acondicionamento durante a coleta, o processamento durante a centrifugação e aumentam a resistência a baixas temperaturas, evitando inconvenientes como microrrachaduras.

Anos 70  No início desta década, o FDA - Food and Drug Administration, rigorosa agência norte-americana de controle para alimentos e medicamentos, aprovou definitivamente a utilização de PVC na produção de recipientes para soluções intravenosas.

Anos 80 Nesta década foram introduzidos os reservatórios de PVC de sangue venoso do sistema fechado de oxigenação artificial para o sistema de circulação extracorpórea, ainda hoje utilizados nos EUA e Europa, reduzindo as ocorrências de infecção nos centros cirúrgicos.

Anos 90 Avançam os estudos para o desenvolvimento do "coração artificial total", onde o sistema de conexões e o revestimento das câmaras são fabricados em PVC em função de suas propriedades.


"Eu conheço o PVC"

"O PVC atende às exigências para cirurgias cardíacas no que tange a todas as conexões do sistema de circulação extracorpórea, o qual efetua a ligação do sangue arterial e venoso do paciente com o sistema de oxigenação e bombeamento artificial. Neste circuito é necessário que o sangue possa fluir através de tubos transparentes com acabamento superficial liso, que facilite as conexões de todos os componentes do sistema sem alterar a sua resiliência nas diferentes faixas de temperatura ambiente. É um plástico que não se altera quando submetido aos processos ortodoxos de esterilização de produtos médico-hospitalares. O mais importante, que permitiu sua ampla utilização em vários campos, é o excelente custo/benefício."

Dr. José Francisco Biscegli – Engenheiro Biomédico,
Mestre Doutor pela Unicamp,
Diretor da Divisão de Bioengenharia do
Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.

"Além da praticidade das bolsas de PVC, a apresentação em sistema fechado reduz a quase zero a possibilidade de infecções hospitalares. Seu uso na área quimioterápica é muito indicado, já que nelas são diluídas as drogas. As bolsas de PVC têm grande compatibilidade com quase a totalidade delas, salvo exceções de algumas poucas, até por se tratarem de substâncias químicas de características diferentes. O PVC tem a vantagem de não oferecer riscos de vazamentos pela própria embalagem, sendo praticamente impossível a ruptura de uma bolsa quando de seu manuseio. O revestimento interno de um recipiente de PVC no dia-a-dia não oferece risco de desprendimento de partículas, o colabamento da bolsa se dá de forma satisfatória também. E, finalmente, o PVC contribui e favorece que a troca de equipo seja feita em 48 ou 72 horas, como preconizado em recomendações internacionais."

Dr. Gustavo Alves Andrade dos Santos,
Farmacêutico-chefe do Grupo Medial Saúde,
Hospitais Alvorada.

"Dentre os materiais hospitalares utilizados pelo HC do Paraná, um dos produtos que tem trazido grande benefício nos últimos anos são as soluções parenterais em sistemas fechados em recipientes de PVC. O produto permitiu o desenvolvimento de tecnologia evitando que o soro entre em contato com o ambiente externo, aumentando a segurança aos usuários e pacientes. Da mesma forma, há luvas de PVC, indicadas para a manipulação de produtos tóxicos, como medicamentos neoplásicos. Há uma grande variedade de materiais hospitalares feitos em PVC, em particular os equipos e catéteres, que são muito utilizados e facilitam a vida dos profissionais de saúde."

Dr. João Carlos Seratiuk,
Farmacêutico-chefe do Serviço de Farmácia do
Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná.

"Material flexível, relativamente inerte e com pouca afinidade com agentes microbianos, o PVC representou avanço incomparável na medicina para soluções de grande volume, trazendo maior segurança ao processo. Já contabilizamos mais de uma centena de óbitos causados diretamente por soluções intravenosas contaminadas por micróbios acondicionadas em recipientes rígidos. As causas são muitas, desde a produção, o transporte, o armazenamento até o uso nos pacientes. O PVC, por suas propriedades específicas, contribuiu para o desenvolvimento de sistema fechados, avançando sobremaneira contra as contaminações. Sua utilização estende-se com sucesso por uma infinidade de produtos médicos, tais como equipos, tubos endotraqueais, catéteres, etc."

Dr. Alexandre Adler,
Médico Microbiologista,
Professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.


O PVC e o meio ambiente: excelente eco-balanço

Eco-balanço é uma metodologia científica que avalia o impacto global de um produto sobre o meio ambiente durante o seu ciclo de vida completo, desde a obtenção das matérias-primas até o processo de produção, posterior eliminação e reciclagem.

Material diferenciado, o PVC possui excelente eco-balanço, contendo 57% de cloro - recurso inesgotável da natureza, barato e fácil de ser industrializado - e 43% de eteno, derivado do petróleo.

É um material reciclável, que não sofre alteração na sua estrutura química durante o aquecimento e, após resfriado, pode ser novamente transformado. Eventuais descartes em aterros sanitários não contaminam o lençol freático, por ser um material inerte quimicamente.

É um dos mais econômicos em consumo de energia e também uma alternativa para recuperação energética do lixo urbano com segurança, pois os plásticos têm alto poder calorífico.

O eco-balanço do PVC também revela que ele desprende menos CO2 (dióxido de carbono), grande vilão do efeito estufa, durante sua combustão do que materiais similares, já que sua dependência do petróleo é menor.


Uso de produtos de PVC cresce em todo o mundo

A produção e o consumo de PVC têm crescido rapidamente, como resultado de avanços tecnológicos, desenvolvimento de imensa variedade de produtos e grande aceitação por parte da sociedade. Além de artigos médicos, o PVC é utilizado na fabricação de brinquedos, embalagens, materiais para a construção civil, calçados, garrafas de água mineral, tubos para água potável, filmes para embalar alimentos, etc.

No mundo, o PVC tem crescido a taxas anuais de 3,8% nos últimos cinco anos, atingindo uma produção de 25 milhões de toneladas em 1998. Na Alemanha, país extremamente rigoroso em questões ambientais, o consumo de PVC cresceu 10% somente em 1998. No Brasil, o crescimento do mercado de PVC foi de 8,3% ao ano nos últimos cinco anos e em 2001 foram consumidas aproximadamente 731 mil toneladas de PVC.


O INSTITUTO DO PVC, fundado em setembro de 1997, representa a união de todos os segmentos da cadeia produtiva do PVC no País com um novo conceito de gestão associativa. A Entidade conta com cerca de
50 sócios, entre fabricantes de matérias-primas e insumos, produtores de resinas, aditivos, fabricantes de equipamentos, transformadores, recicladores e distribuidores do País.

Eles representam cerca de 80% de toda a cadeia produtiva do PVC. Como fonte de referência do setor e tendo compromisso com o fato científico, o Instituto do PVC divulga informações sobre a importância da indústria do PVC para a sociedade brasileira, suas qualidades técnicas a ambientais, sua versatilidade e reciclabilidade.

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